Wood`s Bar – Saindo do Comum!
Num sábado em que os convites eram poucos e para as mesmas baladas que já conhecia, após algumas ligações fui com alguns amigos ao Wood’s Bar.
Conhecia já a fama do lugar: “sertanejo, muita mulher bonita e entrada nada barata”, então, vumbora uai!
Chegamos as 22:30 mais ou menos e encontramos alguns conhecidos na fila (ou seja, nos infiltramos entre os conhecidos), acabamos entrando após uns 10 minutos de espera. Mas tenho certeza que algumas pessoas passam dos 30 minutos esperando na fila que não é nada pequena após as 22:00.
A casa tem dois andares, onde o maior bar fica a esquerda da entrada e do outro lado fica o palco. Os banheiros são bem cuidados e o segundo andar tem uma parte para a “plebe”, sendo a maior parte destinada aos camarotes, que tem uma vista privilegiada de todo movimento.
Cabe muita gente dentro do bar, mas mesmo assim, menos do que os donos pensam que cabe! Me senti num presídio… Minha cela com capacidade pra 500 tinha umas 800 pessoas!
Passado o stress inicial com a quantidade de gente no lugar (tive uma vontade imensa de pedir meu dinheiro de volta e ir embora), passei um pouco mais de raiva com o pessoal que tenta dançar no meio do aperto e levei uns 10 pisões no pé e umas 5 braçadas, até que inventei uma técnica que acabou com isso (qualquer dia divulgo) e consegui aproveitar um pouco.
Comprovadamente, tem muita mulher bonita no lugar. Não, não sei se tem homem bonito, mas tem muito “piá de prédio” com cada conversa esquisita… Mas o pessoal ali é em geral bem simpático, não vi nenhum stress acontecendo por causa do aperto e as conversas que tive com as mulheres foram bem legais…
Se você pretende ir lá, aconselho fortemente a pegar um camarote. Assim pode fugir do aperto e ficar conversando numa boa nos sofás e quando quiser, se joga na micareta sertaneja que se aglomera no primeiro andar!
A bebida não é tão cara quanto a entrada, apesar de estar apenas me hidratando nesse dia. Bebi duas cervejas, duas águas e um refrigerante e gastei uns R$49,00! Mas descontando os R$25,00 da entrada, um gasto relativamente normal para uma balada na capital do estado paranaense.
O banheiro é bem arrumado, como toda a casa, com muita madeira (entendeu o trocadilho com o nome do lugar? hã hã?) e os mictórios são panelas gigantes, tipo aquelas de fazer carangueijo mesmo!
Tá, a foto não é a coisa mais legal do mundo, mas mostra o que eu queria…
As músicas começaram por volta das 23:30, com alguns grupos que desconheço se revezando no palco. Tocaram músicas de Victor e Leo, César Menotti e Fabiano, André e Adriano, Lucas e Renan e João Neto e Frederico, isso que consegui anotar com meu curto conhecimento de sertanejo. Mas com certeza todas “baladinhas” sertanejas do momento tocaram!
É uma boa opção para curtir as músicas que mais estão em foco no ambiente sertanejo e ver muita gente bonita. Só critico fortemente a quantidade de pessoas que deixam entrar antes de decretar lotação, se é que isso acontece.









julho 13th, 2009 at 11:20 pm
Gostaria de saber quem é Juliano Padilha.
O que você faz da vida quando não está andando por aí pra curtir,aproveitando pra fazer o controle de qualidade das baladas?
Qual a sua formação profissional?
Qual a sua idade?
Por que você resolveu dar sua opinião e alertar pra gente não cair em roubadas?
Gosto das suas indicações,você sempre acerta.
Abração
José Alexandre
julho 14th, 2009 at 1:21 pm
Olá José ou Alexandre ou Mattos!
Quase te mandei meu currículo, vai que é um executivo da google querendo me contratar e pagar mais que o passe do Cristiano Ronaldo!
No início do site pensamos em manter sigilo sobre quem somos, mas visando fama, dinheiro e mulheres, nos mostramos ao mundo! Tá, não ganhamos nada disso até hoje, mas vale a tentativa…
Vamos ao eu: sou engenheiro (apenas por formação e pensamento nerd). Tenho 25 anos que considero razoavelmente bem aproveitados.
A idéia do site saiu de um dos vários (e bota vários nisso) brainstorms que fazemos tentando achar alguma idéia que nos divirta e deixe ricos.
Como o site dificilmente nos deixará ricos, queremos apenas indicar o que a gente gosta de fazer e conhecer lugares que dificilmente iríamos, assim também avisando sobre “programas de índio”. Não somos críticos profissionais e nem pretendemos isso, nossa visão é como público e sem vínculo com nenhum dos lugares que avaliamos.
É claro que muito do que acabamos escrevendo reflete nosso gosto pessoal, mas tentamos, na medida do possível, passar uma visão mais ampla sobre tudo que vemos, escutamos, comemos ou bebemos.
Que bom que você gostou das indicações! Queremos ir a muito mais eventos diferentes e esperamos que continue nos acompanhando. Se tiver sugestões, fique a vontade!
Abraço!
Juliano Padilha
julho 16th, 2009 at 6:24 pm
Olá Juliano,
Ainda bem que confirma: “reflete nosso gosto pessoal”, pois, afinal sertanejo não é o forte de vcs! rsrs
Quanto a balada a descrição está perfeita, entretanto, falta um olhar feminino…é possível encontrar além dos “piá de prédio” muitos “tiozinhos”, aqueles na faixa dos 40 com estilo playboy de 20!
Grande abraço!
Manu!