out 9 2009

Casa Di Bel – Lançamento do livro: Expressões Regulares

Quinta-feira e um convite inusitado, acompanhar o lançamento do livro Expressões Regulares: Uma abordagem divertida na Casa Di Bel e como não nos fazemos de rogados, é claro que estávamos presentes.

Capa: Piazinho 3 Casa Di Bel - Cartão de aniversário

Continue lendo


ago 18 2009

Bar Curityba – Conhecendo algo novo!

havíamos passado algum tempo no Slainte Irish Pub e do outro lado da rua, havíamos avistado o Bar Curityba. Fiquei interessado em conhecer e insisti para trocarmos nosso destino anterior pelo Curityba!

Bar Curityba - Frente

Após discutirmos o destino por e-mail, acertamos o encontro no bar supra-citado (???). Essa época de gripe não ajuda em absolutamente nada e o bar estava vazio que dava dó! Tá certo que chegamos cedo, mas como boêmios e incentivadores das diversões, nos sentimos tristes ao ver bares vazios…

Bar Curityba - Interior Bar Curityba - Decoracao

É uma casa bem decorada, com cara de boteco um pouco xique e com uma pintura que chama a atenção, é uma reprodução da Rua XV que ocupa toda uma parede.

O bar não tem o estilo dos bares que costumamos frequentar, sendo mais indicado para um happy hour do trabalho, ou para levar um pessoal mais velho, que prefere um lugar bem calmo e estiloso, ou simplesmente para curtir a música e a comida, que nem experimentamos, mas já ouvi falar muito bem!

A parte gastronômica deles é um caso a parte, pois tem muita variedade, desde sanduíches, saladas a frutos do mar e sobremesas. Qualquer dia ainda vamos até lá apenas para comer e ver se há movimento em época pós-gripe…

Bar Curityba - Papel Bar Curityba - Texto

O atendimento é muito bom, com garçons atentos e rápidos. Quanto à música, nesse dia estava tocando um grupo de MPB com direito a flauta, batuque no chão e tudo o mais!

Pedimos apenas algumas cervejas, pois ficamos desanimados com a falta de movimento e então nos mandamos para o próximo bar!!


mai 3 2009

Papo Furado Botequim – Sábado com Amigos!

Depois de curada a ressaca da noite de sexta-feira, fomos passar a noite de sábado no Papo Furado.

O bar é pequeno, tem várias mesas, mas a maior parte do pessoal do primeiro andar fica mesmo em pé aproveitando o som da banda. Vale lembrar que, pelo menos enquanto estive lá, não encheram o lugar com muita gente e ficou com um movimento legal (o que não acontece em vários lugares em Curitiba, quando ficamos todos apertados demais).

Papo Furado - Bar!

Um detalhe muito importante é a presença de telefones nas mesas. Você pode ligar para as outras mesas e falar com quem quiser. Inclusive recebi uma ligação de uma amiga que não via há anos! Muito legal! Abaixo uma foto com um amigo no telefone (ele estava conversando com o cara atrás dele).

 Papo Furado - Telefones

Estávamos num ritmo forte de consumo de chopp e decidimos pelas “torres”, 2 litros de chopp que vem em uma torre de acrílico e facilitaram nossa vida de boêmios inveterados!

Continue lendo


mar 22 2009

Festival de Curitiba: Habitués

Festival de Curitiba - SeloDessa vez fomos em trio para ver a peça Habitué!

No Teatro João Luiz Fiani, onde já fomos uma vez, mas não podemos deixar de falar que trata-se de um bom teatro, com recursos que os outros nem aproximam-se de ter.

Teatro João Luiz Fiani

A peça trabalhava muito bem com o recurso de projeção, havia uma tela entre os atores e o público, onde o cenário era todo trabalhado usando o projetor sobre a tela. A cada período o cenário “rodava” e tínhamos a visão de um ângulo diferente da cena. Onde muitos teatros acontecem erros de iluminação e som, ali, foi tudo perfeito!

Habitué - Primeiro cenário Habitué - Boteco

A peça é sobre dois “ricos decadentes pobres bêbados que vivem de renda” que discutem sua relação quanto a convivência na boemia, a dependência que se cria com os amigos, o boteco e a bebida. Também falam sobre o medo que temos do que ou quem se aproxima de nossa intimidade.

Habitué - Cozinha Habitué - Balcão

Tivemos opiniões diferentes a respeito da peça, desde “confuso”, “estranho”, até “gostei”. Então ficamos num impasse, indicar ou não? Na dúvida, arriscaria outra…

Ahh, no guia do festival dizia que era comédia, mas tá mais pra um drama.

Informações sobre a peça
Dias e horários:
22, 27, 28 e 29/03 às 21:00 e 25 e 26/03 às 18:00
Direção: Marino Jr.
Texto: Alexandre França
Elenco: Wellington e Jader Alves
Preço: R$30,00 e R$15,00 (meia)
Local: Teatro João Luiz Fiani - Rua Coronel Dulcídio, 517- Batel - Curitiba (mapa)


mar 20 2009

Festival de Curitiba: O Cretino

Festival de Curitiba - SeloUm stand-up que até já tínhamos visto um pedaço, mas por que não vermos inteiro? Então assim, fomos assistir O Cretino.

O Cretino acontece com Arno, um zé oreia CN (quem se habilita a descobrir?), contando um pouco da sua vida e apresentando várias pessoas que conheceu e o marcaram de alguma forma.

A apresentação decorre com os personagens contando algumas piadas (várias delas BEM batidas) e algumas interações com o público – ao bom estilo stand-up, mas nada muito inovador.

Festival de Curitiba - O Cretino

Os personagens pelos quais o ator passa: um cantor (o óculos lembra o personagem Silva do Chico Anysio), um corno-sertanejo, malandro-bandido que gosta de samba-rock (bom o personagem), um paranormal e por último (o melhor) um rockeiro viciado em Black Sabbath e que adora frequentar bordéis. Continue lendo


mar 14 2009

Slainte Irish Pub – Aniversário na sexta!

Convidado fui (Yoda falando) para o aniversário de uma amiga da minha amiga, e precisa de mais motivo?!

Nunca tinha ido ao Slainte Irish Pub, então à diversão ao trabalho!

Slainte Bar - Placa

O Slainte Irish Pub é um mix de pub inglês (de acordo com amigos que já foram pra Inglaterra, a parte do bar é bem parecida com um legítimo pub inglês), com boteco e até balada! Dentro do bar ouvi a melhor descrição para a casa “se você chegar cedo é um bar, se chegar mais tarde, é uma balada”! Continue lendo


mar 13 2009

Soviet – Vodka preta e happy-hour de sexta

Após o aniversário de um amigo num cachorro-quente – fica para um outro post – e muita discussão do que fazermos, e eu com uma vontade imensa de tomar a vodka preta, decidimos pelo Soviet Bar! Um bar que se auto-intutila “russo”, fomos ver qual é.

Soviet Bar - Cardápio

O pessoal que estava me acompanhando – e que não bebe – ficou se enrolando com o cardápio (esse acima) escolhendo doces (!) para comer, eu como não tinha dúvida alguma nem pensei duas vezes e tratei de perguntar ao garçom qual era a vodka preta.

Soviet Bar - Blavod (famosa vodka preta) Soviet Bar - Strogonoff de nozes

Algum tempo depois – perguntando a algum garçom mais experiente – surge o primeiro dizendo que o nome da vodka é Blavod (uma pequena consulta ao cardápio R$12,00) e mesmo assim resolvi tomar.  Ela vem estupidamente gelada e o copo e a garrafa chegam estarem congelados. Continue lendo